Há abraços que transformam uma vida ®


Ideias - ATIVIDADES educativas

  • 1. Jogo dos Botões do Pijama (NOVA)
  • 2. Ouriço Cacheiro de Pinhas (NOVA)
  • 3. Matemática com botões - conjuntos (NOVA)
  • 4. Fazer Letras de Botões (NOVA)
  • 5. Contar e a criar padrões com botões (NOVA)
  • 6. Caixa de Ovos com Botões (NOVA)
  • 7. Separar Botões por Copos Coloridos (NOVA)
  • 8. A Árvore dos Sonhos (NOVA)
  • 9. Histórias dos botões da avó ou bisavó (NOVA)
  • 10. Memórias da Infância – As Cartas dos Botões (NOVA)
  • 11. Construção de varinhas de condão 
  • 12. Fadas pequeninas de pauzinhos de gelado e papel de seda 
  • 13. As fadas-ajudantes da história da Missão Pijama 
  • 14. Os pedidos da família às fadas-ajudantes 
  • 15. O dia das fichas desligadas 
  • 16. Varinha de condão dos desejos 
  • 17. Fadas saltando de nenúfar em nenúfar 
  • 18. Um presente da fada dos abraços 
  • 19. A minha fada de folhas e flores 
  • 20. 25 casas de fadas inspiradoras 
  • 21. Jardim de fadas num frasco 
  • 22. Brincar na terra das fadas 
  • 23. Casas de fadas de caixas de cartão 
  • 24. Casas de fadas grandes de papelão 
  • 25. Casa-tenda das fadas 
  • 26. Casas de fadas de formas de papel de queques 
  • 27. A carta das palavras mágicas
  • 28. A grande teia dos desejos
  • 29. Histórias de pedras
  • 30. Como preservar uma teia de aranha?
  • 31. Uma aranha com pernas para contar
  • 32. Caixa de letras e de chocolates de pedras
  • 33. Pinturas em almofadas
  • 34. Coração Pijama
  • 35. A natureza fala
  • 36. Há palavras que fazem acordar
  • 37. Construir o “relógio do tempo da infância
  • 38. Receitas com Sentimentos (para pais e filhos)
  • 39. Biscoitos à moda da Avó Mimosa
  • 40. Saquinhos de cheiro
  • 41. Mala viajante

Esta atividade é apropriada para jardim de infância e permite trabalhar o sentido do número e a correspondência número-objeto. Veja a foto da atividade, na ligação abaixo. Corte em tecido, felpo ou outro material quatro casacos de pijama. Arranje um conjunto de botões de várias cores e tamanhos, por exemplo 10 para cada casaco de pijama. Faça um dado com apenas os números 1, 2 e 3 (para crianças mais novas). Cada criança lança o dado à vez. Conforme o número que sair, a crianças retira o mesmo número de botões do casaco. Ganha a criança que conseguir retirar todos os número do casaco em primeiro lugar.​Ver IMAGEM


Na história “O Botão Invisível” fala-se de um ouriço cacheiro que afinal era uma alfineteira. E se fizéssemos ouriços-cacheiros na nossa sala…? Não há nada como um passeio pela natureza. Se pode sair da sua escola ou do seu jardim de infância, aproveite o outono para recolher folhas, com elas pode fazer trabalhos magníficos. Desta vez, propomos que apanhe também pinhas (se vive na cidade e não pode, talvez possa pedir aos pais que ao fim de semana vão com os filhos ao campo ou tentar ver num horto ou numa loja de bricolage). Com as pinhas e com plasticina pode criar um conjunto de ouriços cacheiros (não são em tecido como na história “O Botão Invisível” mas são vistosos e pode colocá-los na sala). Pode pedir sugestões de nomes. As crianças gostam deste tipo de trabalho, são fáceis de fazer e ainda pode falar dos seus hábitos como animais que existem no nosso país. Ver IMAGEM


Os botões são objetos de que as crianças gostam. Podem ser usados para introduzir conceitos matemáticos no pré-escolar e 1º ciclo. Nesta atividade, propõe-se que as crianças selecionem objetos de acordo com diferentes critérios criando conjuntos com objetos semelhantes.

Para esta atividade precisa:

- Caixas com diferentes objetos: cor, forma e função.

- Na imagem abaixo, aparecem: botões, ursos de plástico e figuras geométricas.

- 5 ou 6 quadrados de cartolina para criar o espaço onde serão colocados os objetos com os mesmos atributos.

Peça a uma criança ou várias para pegarem num quadrado de cartolina e colocarem, na mesa à sua frente.

Depois indique o critério de escolha dos objetos. Por exemplo: (1) conjunto de 3 botões verdes ou conjunto de três objetos verdes , (3) conjunto de 3 objetos botões quadrados, etc... Num caso, importa só a cor, noutro caso a função (ex: botões) ou noutro caso a sua forma (quadrado, triângulo...). As crianças podem comparar entre si e dizer se todos os conjuntos estão bem organizados e explicar porque alguns possam não estar certos, de acordo com os critérios indicados pela educadora ou professora.

VER IMAGEM


Proponha a cada criança criar a primeira letra do seu nome feita com botões.

Material:

- Caixa com botões diversos

- Tubo de cola - Cartolina para desenhar os contornos da letra

Na cartolina desenhe os contornos da letra inicial do nome da criança. Por exemplo, “A” de Ana. A criança a seguir cola botões até preencher todo o espaço interior da letra. Construída a letra, agora a criança tem uma letra táctil que pode usar para passar o dedo e sentir a sua forma. Pode trocar letras entre crianças ou pedir para cada uma construir mais letras da mesma forma. Assim, aprenderá o alfabeto com relativa facilidade.

VER IMAGEM


1. Aprender a contar...

Até onde já sabes contar? Use botões que são um objeto de que as crianças gostam para aprender a contar. Coloque botões dentro de um frasco ou de uma chávena, por exemplo. Arranje outro frasco ou chávena vazia. Peça a uma criança para ir tirando botões, um a um, enquanto os conta, para os passar para o outro frasco ou chávena. Esta atividade ajuda-a na correspondência um a um e preste atenção se ela diz os números corretamente.

2. Criar padrões ou sequências...

Mostre a uma criança um padrão criado com botões, por exemplo AB AB... E peça à criança para continuar tirando um botão de um frasco e colocando-o à frente do padrão dando-lhe sequência. Por exemplo: o padrão ABAB poderá ser baseado na cor: “botão verde – botão amarelo”, “botão verde – botão amarelo”, “botão verde – botão amarelo” ... A seguira criança deveria colocar “botão verde”. Pode fazer outros padrões como: tipo de objeto, forma de objeto... Para além do padrão AB AB, pode trabalhar o padrão ABC ABC ou outros.

VER IMAGEM


Com esta atividade pretende-se que a criança desenvolva a noção de número e a correspondência número-objeto.

Material:

- Caixa de cartão de ovos

- Pequenas rodelas de cartão com números

- Botões

Coloque no fundo de cada “buraco” dos ovos, um número (para crianças mais novas, por exemplo: 1, 2 ou 3 e para criança mais velhas os números até 10 ou 12). A criança é convidada a colocar dentro de cada “buraco” a quantidade de botões que correspondem ao número que está escrito na rodela de cartão colocada no fundo.

Se usar duas caixas pode fazer o desafio de ver qual é a criança que consegue terminar primeiro e com o maior número de associações corretas.

VER IMAGEM


Esta atividade pode ser usada em Creche. Nesta idade (por exemplo, sala dos dois anos), as crianças gostam de fazer enfiamentos, separar objetos e organizá-los. O que se propõe nesta atividade é pedir às crianças que separem botões por cores.

Material:

- Pequenos “tupperwares” de diferentes cores, com ranhura na tampo. Ou mais simplesmente copos de cores diferentes (feitos com base num copo normal de papel onde se colou papel autocolante de cores diferentes, se pintaram ou se colou papel de seda ou se pintaram).

- Uma caixa com botões das cores dos copos.

O objetivo é cada criança separar os botões por cores. Parece simples, mas é algo que um criança pequena faz com muito prazer e concentração.

VER IMAGEM


Construa com as crianças a Árvore dos Sonhos da sua sala. Como acontece na história O Botão Invisível, cada criança pode escolher um botão e associar um sonho a esse botão.

Poderá ser “o que quer ser quando for grande?”, ou então um sonho/desejo de outro tipo, por exemplo: o que gostaria de fazer em casa com a mãe ou o pai, ou qual é comida que gosta mais em casa da avó, etc...

Depois der colocarem os botões, as crianças na roda, à vez, podem carregar no seu botão (ou botões) e dizer em voz alto qual é o seu sonho/desejo.

Poderá no cartão da árvore dos sonhos, associar os botões com uma linha a um nome (ou foto) de cada criança e escrever o seu sonho/desejo.

VER IMAGEM


Para se realizar esta atividade a educadora ou professora deve convidar uma avó (ou avô) – ou mais que uma, se for possível -, porque na maior parte dos casos será mais difícil (por causa da idade) conseguir que venha uma bisavó (ou bisavó).

A ideia é reproduzir na sala uma parte do ambiente da história “O Botão Invisível”. Na história, são os botões que fazem lembrar memórias da nossa vida.

Assim, para além de fazer o convite, peça que tragam uma peça de roupa usada ou antiga que tenha botões e que tenha um significado na sua vida (que fala lembrar uma história que se passou ou a vida do seu tempo). Por exemplo, pode trazer uma farda, um bibe, uma almofada, um vestido de noiva, etc. etc.

Com essa peça de roupa, a avó ou bisavó (ou avô ou bisavô) deve contar uma história (acontecimentos) relacionada com essa peça de roupa com botões.

Desta forma, as crianças ficam a saber que todos temos uma história de vida e que sem as nossas memórias do tempo dos nossos pais e avós (que passam de geração em geração) a nossa vida teria menos sentido. As nossas memórias, em especial da nossa família, são as nossas raízes.

VER IMAGEM


As memórias da infância duram para sempre.

A ideia é simples, mas significativa. Que memórias têm os pais da sua infância, que gostaríamos de contar aos filhos? E como querem um dia ser recordados pelos filhos da infância que os filhos tiveram?

A ideia é pedir aos pais que escrevam duas cartas para serem entregues na sala e com todas as cartas fazer-se um painel com o título de “Memórias da Infância”.

Forma do trabalho

Os pais escrevem duas cartas que a educadora/professora depois pode colar numa pequena folha de cartolina colorida para lhe dar mais expressão.

As cartas dos Pais devem começar da seguinte forma:

- Querido filho (ou filha) ou escrever o nome próprio do filho ou filha. E terminar com o nome e assinatura dos pais.

As cartas devem conter no mínimo 3 e no máximo 6 memórias breves mas significativas da infância. Antes de cada memória deve ser colado um botão, como se carregando nesse botão, ele tivesse o poder de fazer aparecer aquela memória. Os pais podem decorar o resto da carta com bocadinhos de papel, tecido, etc...

As cartas que os pais escreveriam seriam as seguintes:

A Carta das Memórias dos teus Pais e a Carta das Memórias dos meus Filhos.

1. A Carta das Memórias dos teus Pais (passadas)

Os pais escrevem na carta algumas das boas memórias que guardam do seu tempo de criança (como brincavam, o que faziam em casa com os pais, de que histórias se lembram, o que faziam em casa ou na rua, o que gostavam de comer em casa dos pais ou avós, etc. etc.) para que os filhos conheçam daquilo que mais gostaram na sua infância.

2. A Carta das Memórias dos meus Filhos (futuras)

Os pais escrevem na carta algumas dos “momentos” que gostariam que fizessem parte das memórias dos seus filhos (onde podem aparecem os pais ou o que eles lhes proporcionaram). Podem ser “momentos” que já aconteceram ou que esperam ainda proporcionar-lhes enquanto são pequenos (desde a idade de bebé até aos 10-12 anos).

Certamente a comparação das duas cartas no painel das “Memórias da Infância” fará pensar os pais no papel que têm na vida dos seus filhos. De facto, as memórias futuras são os momentos que nós criamos hoje.

VER IMAGEM


Uma festa de fadas sem varinhas de condão é como ir a Roma e não ver o Papa. Para fazer uma varinha de condão "Imagem 1" vai precisar de:

- Pauzinhos redondos ou um pau apanhado no jardim.

- Cartão ou papelão

- Tecido e fitas de seda

- Tinta acrílica.

- Cola normal e/ou cola quente

- Molas de roupa para segurar as fitas durante a colagem

- Brilhantes, joias de plástico, pérolas, etc…

Para construir a varinha de condão da "Imagem 2" vai precisar de um pau do recreio, fios de lã de várias cores e felpo. Esta varinha de condão é mais fofa e talvez fique bem em creche.

Para fazer os motivos para colocar no topo da varinha de condão pode usar a forma de estrelas ou outras: de lua, de coração, ou figuras geométricas.

Esta atividade pode ser feita na escola (mas também pode ser feita em casa. Neste caso, exponha na entrada da sala imagens de exemplos para inspirarem os pais).

A varinha de condão é um elemento que pode usar com outros adereços e outras atividades.

Com a varinha de condão pode fazer desfiles e participar em jogos (descritos noutras sugestões), canções ou pequenos teatros.


Esta é uma atividade que pode realizar a par de outras porque é muito simples de fazer e as crianças vão adorar. Apenas precisa de pauzinhos de gelado, papel de seda e cartolina.

Cada criança fica com a sua fada que pode segurar no pauzinho. Na parte debaixo, estão pintados os sapatos e na parte de cima a cara. Com o papel de seda faz-se o vestido atado com um fio a fazer de cinto e as asas são de cartolina em cor a combinar. Também poderá com um fósforo de madeira criar uma varinha de condão (que não está na foto). Mas o melhor é ver, a imagem, diz tudo.

Estas fadas podem ser usadas para pendurar dentro do frasco da atividade das fadas-ajudantes. Ver IMAGEM pdf.


O desafio é criar cinco fadas. Fazer as 5 fadas-ajudantes dentro e colocá-las dentro de um frasco.

Pode criar cinco fadas diferentes para simbolizar a fada-dos-dentes, a fada-dos-cordões, a fada-da-cara-feia, a fada-do-não e a fada-dos-abraços.

Pode usar a técnica que quiser, em papel, tecido, sedas ou cartolinas (ou, então, use as fadas da atividade “fadas de pauzinhos de gelado”.

As fadas devem ter um tamanho que caibam dentro dos frascos de compota que tiver arranjado. Esta atividade pode ser feita na escola ou também com a ajuda das famílias.

Uma boa alternativa “mais convivial” é programar uma oficina (workshop) aberta aos pais na própria sala onde eles podem vir ajudar a fazer as fadas-ajudantes.

A educadora ou professora pode previamente pedir às mães uma foto tipo-passe (ou cópia) e com as fotos colá-las no lugar da cara de uma fada (estilo da atividade das fadas dos pauzinhos de gelado), esta passaria a ser a fada-boa-da-casa de cada criança.

EStas fadas podem ser usadas para se fazer um ou vários “mobiles”, onde aparecem penduradas todas as fadas-boas da sala (todas as mães).


A educadora ou professora faz um painel onde é criada a imagem de cada uma das fadas ajudantes da história. Poderá ser em cartolina com enfeites em papel de seda, por exemplo.

Cada uma identificada com o seu nome. Cada família escreve um bilhetinho a cada uma das fadas ou às fadas de quem mais precisa de ajuda, explicando o pequeno problema ou tipo de ajuda que precisam para o seu filho, dentro das “competências” de cada fada.

Esta atividade pressupõe que as famílias conheçam a história ou lhes seja explicado o papel de cada uma das fadas-ajudantes.

Os bilhetinhos dos pais com os pedidos, seriam aplicados no painel à volta de cada fada-ajudante ou colocados dentro de um frasco de compota em frente de cada uma.


Pede-se a cada pai que traga de casa uma ficha elétrica que pode já ser usada ou velha até um determinado dia.

Com as fichas, a educadora ou professora faz um painel em que aplica em cada ficha uma ponta de cordel a imitar um fio elétrico.

Na ponta de cada fio, vai ser colocado um cartão. Nesse cartão (de cartolina, por exemplo), cada família escreve que dia escolhe para o Dia das Fichas Desligadas (deverá ser até ao fim do mês de novembro).

E escreve também o que pensa fazer (ler um livro é obrigatório, podendo acrescentar algo mais: caminhar pela natureza, confecionar um bolo em conjunto, fazer uma visita a alguém, oferecer alguma coisa a quem precisa, etc....).

Depois de realizada a atividade do Dia das Fichas Desligadas deverá entregar na sala foto três fotos da atividade realizadas: (1) foto a lerem um livro para o filho ou filha, (2) foto da atividade complementar e (2) foto da gaveta ou caixa onde guardou o telemóvel durante aquele tempo.

A educadora ou professora poderá, então, acrescentar as fotos ao painel mostrando que os pais cumpriram as promessas feitas.


As varinhas de condão depois de feitas na sala ou em casa podem ser expostas num painel da escola, durante algum tempo, quando estiverem prontas, com o título "A magia acontece..." ou semelhante.

Nesse dia, pode-se convidar os pais a passarem a escrito um desejo que querem que se realize para os seus filhos, para ser atado à sua varinha de condão.

Para facilitar, a educadora ou professora pode entregar aos pais, no dia anterior, já o cartão em branco no tamanho apropriado, para que escrevam a mensagem e a decorem a seu gosto para ser atada à varinha de condão do seu filho.


Neste jogo na forma de estafeta, as crianças são divididas em dois grupos.

Imagine as fadas que têm de atravessaar um lago e só têm duas folhas de nenúfar para o fazer. Este é o objetivo do jogo.

As equipas recebem duas folhas de cartolina (tamanho A4 ou outro tamanho que entenda mais adequado) que simbolizam duas folhas de nenúfar.

Cada equipa recebe folhas de uma cor diferente. Por exemplo, uma equipa recebe duas folhas verdes e outra duas folhas castanhas.

Marque a linha de partida. Do outro lado da sala, coloca-se uma cadeira, um vaso ou outro objeto que as crianças têm de contornar.

Quando a educadora ou professora disser: “começar”, partem, ao mesmo tempo, duas crianças, uma de cada equipa.

As crianças têm de colocar à sua frente uma das folhas. A seguir, avançam colocando os pés em cima da folha (durante o percurso não podem colocar os pés fora da folha da sua cor). Nesse momento, apanham a outra folha e colocam-na à sua frente para poderem avançar, o que fazem colocando os pés em cima dela e assim sucessivamente até contornarem o obstáculo e chegarem à linha de partida.

Nesse momento, partirá, então, outra criança da equipa que tem de avançar da mesma forma, até todas as crianças fazerem o percurso. Quando as crianças entregam, na linha de partida, as “folhas de nenúfar” à próxima, as duas têm de dizer: “Eu acredito em fadas”, antes da nova fada começar o percurso.

A equipa que terminar em primeiro lugar ganha, mas ambas recebem palmas e o mesmo prémio (se houver).

Em vez de usar duas folhas de cartolina, pode usar duas almofadas de cadeira. E quiser dar mais “drama” ao ambiente pode colocar no chão um percurso (imitando um rio), feito de toalha de proteção de mesa ou de papel de cenário, e, ao lado, colocar "animais e peixes assustadores" (recortes em cartolina preta de crocodilos, tubarões, peixes-espada, etc…).


A Fada dos Abraços enviou um presente para todas as crianças!

Previamente, dentro de uma caixa, coloque uma prenda (guloseimas, pequenos brinquedos, o que quiser… desde que cheguem para todos).

Embrulhe a caixa do presente com tantas folhas quantas as crianças que tem na sua sala. Entre cada folha de papel (podem ser variadas: de jornal, de seda, de embrulho…) coloque um cartão com uma mensagem que diz o que a criança tem de fazer para que a próxima criança possa continuar a desembrulhar o presente.

As mensagens devem ser adaptadas à idade das crianças (dar dois saltos, andar à volta duas vezes, dar um beijo ou um abraço a um amigo, ir buscar algo, cantar, fazer uma cara num papel,…). No fim de fazer a ação, a criança deve dizer “Eu acredito em fadas!”

Nesse momento, a criança apanha com a mão de uma caixa alguns brilhantes/papelinhos e vai deitá-los em cima de uma das crianças que está sentada na roda. Essa criança é a escolhida para continuar a desembrulhar o presente. E assim continua até à última folha. Antes de destapar a caixa, as crianças agora, todas ao mesmo tempo dizem “Eu acredito em fadas!”

No final, distribuem-se a todos os presentes da Fada dos Abraços.


Este trabalho pode ser feito também por crianças pequenas.

Pode usar flores ou, nesta época do ano, folhas de várias formas e cores: vários tons de verde, castanho, amarelo, vermelho, rosa, violeta… Também pode usar pauzinhos e pedrinhas. Esta atividade é muito pessoal e contribui para o desenvolvimento criativo de cada criança….

Primeiro, pode apanhar folhas com as crianças (e flores se houver) e também pauzinhos e pedrinhas (um dia cá fora - se possível mesmo fora da escola - é sempre um grande momento).

Pode fazer como a menina sardenta da história da Missão Pijama deste ano e colocar no braço de cada criança fita cola larga virada ao contrário (com a superfície que cola orientada para o exterior).

Assim, durante uma “visita de campo”, as crianças podem apanhar folhas e pauzinhos e colocar no braço, como se fosse uma pulseira, para trazer para a sala, para além de outras que juntem numa cesta da escola.

Na sala, cada criança, numa folha, desenha os contornos de uma fada com as suas asas. Depois preenche os espaços, colando bocadinhos de flores, folhas, pauzinhos, pedrinhas…

No final, ficarão encantadoras e pode fazer um painel para decorar a sua sala. Para crianças maiores, podem fazer um painel colaborativo (2-4 crianças ao mesmo tempo) em que podem desenhar várias fadas e uma paisagem, numa cartolina ou papel cenário, e, depois, com os mesmos materiais fazer uma espécie de mosaico mágico.

Ver exemplo, em imagem.


Todas as atividades propostas no site (exceto esta) são de fácil execução.

No entanto, não quisemos deixar, para as mais audaciosas ou simplesmente para regalo dos olhos, mostrar 25 exemplos de casas de fadas inspiradoras.

Algumas não serão difíceis de realizar, mas exigem sempre mais cuidado e atenção, outras demorariam bastante tempo a criar ou precisariam de recursos mais significativos… Umas são feitas em troncos de árvores, outras são portas de fadas espalhadas pelo jardim, umas são feitas em vasos e outras em chávenas de chá…

Ver IMAGEM - pdf


Para quem gosta de plantas e quer levar a natureza para dentro da sala, esta proposta é de fácil execução.

É uma espécie de arranjo natural dedicado às fadas.

Simplesmente tem de arranjar frascos de compotas ou de rebuçados e algumas pedras e musgo. Depois, tem de procurar algumas plantas de pequeno porte. Fazer uma visita a um pequeno horto talvez seja a melhor solução...

Claro que também pode ir ao seu jardim ou dar uma volta por um bosque para apanhar aquelas plantas que lhe faça lembrar um jardim de fadas. Depois. pode colocar lá dentro uma frase bonita e inspiradora... VerIMAGEM pdf.


Como não podemos visitar o país das fadas, podemos construir dentro da sala a “Terra das Fadas”.

Esta atividade tem natureza de grupo, uma vez que, para além das crianças poderem construir elementos individuais, no final serão todos colocados juntos criando-se uma obra coletiva.

Aqui, o elemento central é uma grande caixa de papelão (de um frigorífico, máquina de lavar, ou duas juntas...) que vai fazer o fundo do cenário da “Terra das Fadas”.

Desenhe uma planta, onde o elemento central podem ser dois lagos ligados por um rio. Depois, nos quatro cantos crie zonas naturais ou habitadas: aldeia das fadas, floresta com árvores, casinhas, fadas ...

Tudo isto feito com materias simples ou naturais: cartolina, tubos de papel higiénico, seixos pintados, cascas de pinheiro, musgo, pedrinhas...

Algumas das casinhas da Terra das Fadas podem se feitas com formas de papel de queques (conforme outra proposta de atividade que pode aproveitar e realizar).

Tudo pronto... as crianças podem brincar na sua Terra das fadas! 

Ver IMAGEM pdf.


Com caixas de sapatos ou outras caixas pequenas de cartão pode criar casas de fadas, usando também matérias naturais como folhas, recortes de papel e tinta.

Sendo mais pequenas as caixas, poderá fazer mais do que uma, trabalhando com as crianças em pequenos grupos.

Ver IMAGEM pdf.


Estas casas podem ser usadas dentro da sala ou no exterior e, como são grandes, as crianças podem entrar e lá dentro brincar ao faz de conta, no papel de fadas...

Para construir estas casas grandes precisa de caixas de cartão de frigoríficos, de máquinas de lavar (para a casa) e outras mais pequenas para fazerem de floreira.

Como opção (ver nas imagens) pode usar só papel de seda: para o telhado (fitinhas), para fazer "enormes flores" para decorar a parede e flores de tamanho normal em papel para a floreira. Esta casa ficaria também muito bem em creche, porque é muito “fofinha”. 

Também pode montar uma casa de fadas com partes de caixas de grandes eletrodomésticos e depois pedir às crianças (de jardim ou do 1º ciclo) para pintarem as paredes com elementos florais. Imagine o resultado final quando as crianças vestidas de fadas estiverem ao lado destas grandes casas .... Ver IMAGEM pdf.


Em alternativa a uma casa das fadas feita em papelão, pode optar por um modelo ainda mais “fofo”, criando uma casa com base em tecido.

Este projeto pode realizar-se através da criação da "casa-tenda" das fadas, feita com paus, tecido e no caso da imagem-exemplo usa-se para o fundo um tapete em malha ou em chrochet.

É apenas mais uma forma, a juntar a tantas outras possibilidades de fazer casas de fadas. Ver imagem PDF.


Esta atividade é simples e tem uma grande vantagem. Todas as crianças podem trabalhar individualmente e cada uma pode construir a sua própria casa de fadas.

De material apenas precisa de folhas de papel e formas de queques. 

A educadora ou professora corta tiras de papel onde pode desenhar as janelas e portas para as crianças recortarem e pintarem. 

No fim, enrola a tira de papel e colam as pontas formando um cilindro. 

No topo, aplica-se uma forma de queque que foi também pintada para fazer de telhado. Para ficar mais segura, cole o telhado ao corpo circular da casa. 

Estas casas podem ser usadas na “atividade Terra das Fadas” para construir as aldeias das fadas. 

Ver IMAGEM pdf.


Esta atividade é uma grande experiência para pais e filhos. A primeira parte é para ser feita em casa. Entregue uma folha A4 a cada família e junte a explicação de como devem proceder. Esta atividade serve para creche, jardim e escola de 1º ciclo. Os pais, emcasa, na folha, devem escrever uma carta dirigida aos seus filhos, começada por "Querido/a .... (nome da criança)" e assinada no final com o nome dos pais. Os pais devem, obrigatoriamente, escrever no texto da carta as palavras mágicas: "obrigado", "por favor" e "desculpa". No final de escreverem a carta, podem decorá-la à volta com desenhos, cores ou colagens. Devem trazer este trabalho para a escola, uns dias antes do Dia Nacional do Pijama. A professora ou educadora afixará todas as cartas (que podem receber uma moldura de cartolina de 2/3 cm) num painel, a que pode dar o nome de "Dia Nacional do Pijama - Uma criança tem direito a crescer uma família". Esta atividade é surpreendente e terá um resultado muito bonito e positivo.

Material necessário: papel, tinta, cores ou cola


Esta atividade é simples de organizar, tem grande efeito, aproxima e envolve as famílias. A ideia é construir a Grande Teia dos Desejos de todas as criança e famílias da sala ou da escola. Para isso, a educadora ou professora deve enviar para cada família, uns dias antes de construir a teia, uma ou duas fitas (de cores claras) tipo seda com cerca de 30-40 cm de comprimento e cerca de 1,5 a 2 cm de largura. Peça aos pais para escreverem, em casa, na fita, com marcador ou esferográfica, um desejo, em poucas palavras, para o seu filho ou filha ou do seu filho relativamente às crianças do nosso país. Por detrás da fita, devem escrever o nome do seu filho ou filha. Na entrada, na sala, ou no jardim, entre colunas ou entre os aros de uma porta-janela, por exemplo, a educadora ou professora deve construir uma grande teia com fio de cordel ou semelhante. No dia indicado, os pais devem trazer as fitas de “seda” com as frases para a escola. Como se fossem “insetos”, as fitas vão ficar coladas na teia. Se fizer um pouco de corrente de ar, as fitinhas vão esvoaçar ao vento, presas à grande "Teia dos Desejos da Escola" VER IMAGEM.

Material necessário: seda ou outro tecido semelhante, cola e fio de cordel ou fita


As histórias de pedras proporcionam às crianças momentos que mostram bem a sua capacidade de imaginação. No livrinho Histórias de Pedras que foi enviado como Kit Educativo da Missão Pijama de 2015, pode ver-se como se fazem e como se podem utilizar as pedras de histórias. As pedras, cada uma com a pintura de um objeto, figura ou animal diferente, são excelentes pontos de partida para se criar uma história (as pedras pintadas ficam mais bonitas mas também se pode usar a técnica da colagem que é mais simples, envernizando a figura, no final, para lhe dar mais resistência). O ideal, nesta atividade, para uma sala seria ter 50 a 60 pedras (duas por cada criança) mas metade também funcionará bem. O objetivo é utilizar as pedras para se contar uma nova história. Na sua vez, cada criança deve tirar, à sorte, uma pedra de dentro de um cesto, de uma caixa ou de um saco. A primeira criança dirá “Era uma vez, …” e começa a contar, incluindo na sua fala, o que está representado na sua pedra. A seguir, a próxima criança continua tirando à sorte outra pedra. Dará seguimento à história mencionando na sua fala o que vê na pedra que lhe calhou e assim continuarão, sucessivamente, todas as crianças, até sair a última pedra que finalizará a história. Da próxima vez que realizar a atividade da História de Pedras, mesmo que use as mesmas pedras, a história terá um outro rumo, pois sendo as pedras tiradas à sorte, a sua sequência determinará um fio narrativo novo e diferente. VER IMAGEM

Material necessário: pedras de seixos rolados, tintas, vernizes, papel, saco ou caixa


Esta pode ser uma atividade de campo de ciências ou de estudo do meio.

Orientações:

- Procure uma teia de aranha desocupada. Observe-a cuidadosamente durante vários minutos. Veja se consegue encontrar a aranha a quem pertence a teia. Há insetos presos na teia? Há algum saco de ovos? Continue a inspecionar a teia durante alguns dias, antes de a considerar vaga para o projeto.

- Coloque folhas de papel de jornal no chão debaixo da teia.

- Com o spray espalhe e cubra a teia bem com laca.

- Segure a folha de cartolina preta por baixo da teia numa posição plana e empurre levemente a cartolina até a teia ficar colada ao papel.

- Corte o excesso da seda da teia.

- Olhe para a teia, o que acha interessante? Serão todas as teias iguais?

- Para saber mais sobre as propriedades e uso das teias das aranhas, pode pesquisar na internet, juntamente com as crianças.

Material necessáriofolha de cartolina preta, folhas de jornal, laca de cabelo em spray, uma teia de aranha (desocupada).


Com pratos de papel ou cartolinas pretas faça o corpo e a cabeça de uma aranha-de-jardim. Na cabeça cole oito olhos e no corpo circular cole números de 1 a 8 (4 de cada lado). As pernas da aranha vão ser feitas de molas de roupa de madeira. Em cada mola faça pintinhas (de 1 a 8). Para jogar este jogo, cada criança tira uma mola de dentro de uma caixa, conta as pintas e tem de escolher o número certo no corpo da aranha para colocar a mola da roupa, construindo, assim, as pernas da aranha. É um pequeno jogo de reconhecimento de números para o pre-escolar e de treino de motricidade fina. Se fizer várias aranhas, pode pendurá-las para decorar a sala. VER IMAGEM

Material necessário: cartolina e molas de roupa


Em cada pedra pequena (seixos rolados) pinte uma letra maiúscula ou minúscula e cubra a pedra com verniz acrílico para aumentar a resistência (ver Livrinho – Histórias de Pedras). Coloque as pedras das letras dentro de uma caixa. Com estas pedras pode organizar atividades de reconhecimento das letras com as crianças de jardim-de-infância e pode promover a formação de palavras com as crianças de 1º ciclo.

Para as crianças mais pequenas (creche), arranje uma caixa de chocolates (tipo Ferrero Rocher) e coloque lá dentro várias pedras coloridas, no lugar dos chocolates. As crianças em idade de creche (ex. dois anos) ficarão encantadas com a caixa e com a simples possibilidade de poderem colocar ou retirar as pedrinhas da caixa. As crianças mais velhas poderão prestar atenção às formas das pedras, por exemplo, tentado organizá-las em conjuntos ou em séries, conforme a sua forma,  cor, comprimento ou peso.

Material necessário: pedras, verniz acrílico, pincel, caixa de chocolates


Peça aos pais que enviem para a escola uma almofada branca (já usada ou nova de baixo de custo). A proposta é envolver as crianças na decoração das almofadas, nas semanas anteriores ao Dia Nacional do Pijama. Cada criança será convidada a pintar a sua almofada na sala, com tintas ou marcadores próprios para tecido. No fim, pode assinar com o seu nome a sua obra de arte. As crianças que dormem a sesta na sala ficarão com mais uma opção para pousarem a cabeça e se aconchegarem, enquanto esperam que o soninho da tarde chegue.

Material necessário: almofada, tinta ou marcadores para tecido


A educadora prepara um conjunto de folhas com desenhos ou imagens mostrando diferentes animais ou cenas da natureza e coloca-as dentro de uma caixa. Uma criança vestida de pijama é convidada para se sentar perto da caixa virada para o grupo. Quando o jogo começar, deve escolher uma das folhas e mostrar ao grupo. Nesse momento, a educadora ou professora deve fazer perguntas como: “Que som faz este animal?”, “Que barulho faz a água a cair da torneira?”, “Como canta este pássaro?”, “Como é o ruído da trovoada?”, etc…. As crianças que quiserem responder levantam o dedo. Se forem muitas, a educadora escolhe três e, no fim, de imitarem o som pede ao grupo para dizer de qual gostou mais. Essa criança troca com a outra e passa a ser ela a que vai escolher a próxima folha da caixa com outra pista. A educadora continua com as suas perguntas até acabarem todas as folhas com imagens.

Material necessário: folhas de papel


O tempo que estamos com os filhos é precioso. No agitado dia a dia, nem sempre se está o tempo que se quer, por isso, hoje, fala-se do tempo de qualidade para que, pelo menos esses momentos, existam e sejam bem aproveitados. O trabalho de construção do relógio do tempo da infância, pode ser feito para cada criança na sala para, no final, levar para casa ou, então pode ser organizada uma oficina com pais em que eles ajudam a decorar o seu relógio. O relógio pode ser feito com a base num prato circular de papel para bolos. Pode fazer dois ponteiros em cartolina grossa ou cartão e colocá-los de forma a rodarem ou, então, pode simplesmente fixá-los com um bocadinho de velcro. Este relógio para além dos números ou traços que existem à volta tem uma coisa especial: setores circulares. Divida o relógio nos setores que quiser, podem ser de diferentes secções para corresponder a tempos diferentes porque as ações que quer destacar também têm durações diferentes. Escreva o nome da ação em cada setor e o número de minutos equivalente ao tempo que a atividade demora (não precisa que tudo seja proporcional).

Exemplos: (1) contar uma história à noite (2) dar abraços (3) os primeiros 10 minutos quando chego a casa são só para o meu filho; (4) fazer um desenho para oferecer ao pai; (5) ir com a mãe ao jardim apanhar folhas; (6) etc. Algumas das ações podem ser sugestões das próprias crianças ou dos pais. No final, decorar cada setor a gosto, com cores ou colagens.

Material necessário: prato circular em papel para bolos, cartão ou cartolina grossa, lápis de cor e cola para colagens


As crianças de pijama deitam-se e fingem estar a dormir com os olhos fechados. A educadora diz às crianças que devem abrir os olhos e sentarem-se quando disser duas palavras com a mesma rima, isto é, que terminem com o mesmo som. Durante o jogo, pode ouvir-se uma música baixinho. Por exemplo, se a educadora disser: "cobertor e pijama". Como as palavras não rimam, as crianças devem continuar a dormir com os olhos fechados. Se disser “coelho e joelho”. As crianças devem abrir os olhos e sentarem-se. Depois deitam-se e fingem dormir outra vez, para ouvirem novas palavras e assim sucessivamente. A educadora, no final, pode usar estas duas palavras: "acabar e acordar". E dizer terminou o jogo.

Material necessário: cartão grosso ou papelão e fita ou fio


Corte as barras de glicerina em pequenos cubos. Deite a glicerina numa panela ou tacho esmaltado. Rapidamente a glicerina ficará líquida (No youtube tem vários pequenos filmes que ensinam a fazer sabonetes, com base em glicerina). Paralelamente, separe em pequenos pedaços de folhas de ervas aromáticas. Coloque um pouco de glicerina, a que pode juntar o óleo de essência escolhida, nas formas de silicone. Coloque as ervas aromáticas ou pétalas no meio. Preencha o que resta da forma com a glicerina (vai ficar a ver-se no interior as ervas e as pétalas). Depois cada criança pode fazer e decorar os sacos para os sabonetes. Esta atividade serve para concretizar a compreensão da história “O Segredo dos Sabonetes”. Assim, o grupo vai poder sentir que está fazer o mesmo que fazia a avó Mimosa. Depois podem fazer o registo da atividade e, se tudo correr bem, levar os sabonetes sabonetes para casa.

Material necessário: Glicerina, formas de silicone, óleos de essências diferentes e/ou ervas aromáticas e pétalas de flores à escolha.


Este trabalho é para ser feito em casa por pais e filhos e depois exposto num placard na escola. Peça aos pais que, em casa, com a ajuda dos filhos, escrevam num papel A4 uma receita que conheçam de um prato típico ou doce de Natal, à sua escolha. Devem dar um título à receita e decorá-la, com cores à volta. Neste trabalho, há uma condição que deve ser obrigatoriamente seguida quando os pais escreverem a sua receita, em casa. Ao longo do texto, devem utilizar palavras obrigatórias (no mínimo, 5 palavaras diferentes) relacionadas com sentimentos, como: ternura, carinho, amor, esperança, etc. etc…

Por exemplo (numa receita pode escrever-se): A seguir, misturar o açúcar com "carinho" e mexer depois os ovos…. etc. etc. Os trabalhos devem ser entregues a tempo, para se poderem colocar no placard da sala ou da escola, até ao dia 20 de novembro.

Para ficar mais condizente com o tema, se a escola tiver possibilidades, poderá oferecer a cada mãe/pai um naperon de papel para bolos, quando apresentar a ideia do trabalho. Assim, a família em vez de escrever e decorar uma folha A4, vai poder escrever e decorar a receita no próprio naperon de papel.

Material necessário: Folha de Papel branco A4 (ou base de papel para bolos redonda), esferográfica e cores para decorar.


Esta atividade pode ser feita na sala, uns dias antes, da data de 20 de novembro. Em alternativa, pode ser pedido aos pais (ou a alguns pais) que façam estes biscoitos caseiros ou bolachas tipo biscoito, em casa, e tragam para a escola. Alguns dos biscoitos podem ser redondos mas outros devem ter a forma de letras (as crianças adoram) relacionadas com os sentimentos ou personagens do livro, por exemplo: letra A (de amor e de amizade), letra C (de carinho), letra T (de tempo), letra Q (de Quincas), letra P (de pai), letra M (de Maria, de Milu, de Mãe e de Mimosa) e letra E (de Educadora).

Se os biscoitos forem feitos na escola, as crianças podem também fazer o registo da atividade.

Num dia a combinar (pode ser no próprio dia 20 de novembro ou noutra data), organiza-se um lanche com chá e leite, com os saborosos biscoitos à moda da Avó Mimosa.

Material necessário: Ingredientes típicos para se fazerem biscoitos ou bolachas tipo biscoito (existem num qualquer livro de receitas de culinária)


Devem escolher-se tecidos claros e permeáveis (o suficiente para se poder sentir o cheiro). Cozem-se os tecidos formando pequenos sacos, com uma abertura. Coloca-se um pedaço de algodão ou tecido fino, dentro do saco, bem como algumas ervas aromáticas (ou óleos de essencias). Coze-se a abertura, para ser mais seguro e ninguém poder abrir o saco. Depois podem-se fazer diferentes jogos com os saquinhos de cheiro.

- Qual é o cheiro que gostas mais? (bebés/1 ano)

- Encontra o saco de cheiro que está escondido (2/3 anos)

- Compara ou faz um conjunto de sacos com o mesmo cheiro (4/5 anos)

No final da atividade, os saquinhos podem sr guardados para atividades futuras ou ser pendurados para decorar a sala.

Material necessário: Sacos de tecido com cerca de 15 cm2, ervas aromáticas à escolha ou óleos de essências, algodão ou tecdios muito finos.


Nesta atividade, os pais vão poder conhecer e ler, em sua casa, a história “O Segredo dos Sabonetes” com os seus filhos. A ideia é que o livro circule e passe por casa de todas as crianças, depois de ter sido lido e trabalhado na sala. Esta atividade prolongar-se-á pelo tempo necessário, até chegar à casa da última criança.

No dia em que esta atividade puder começar, uma criança leva o livro dentro da Mala Viajante. Em casa, os pais leem a história com a criança. O livro, dentro da Mala Viajante, deve voltar à escola. Nesse dia, outra criança levará a Mala Viajante e assim sucessivamente. O tempo que o livro ficará em casa de cada família poderá ser escolhido pela sala. Uma hipótese é a Mala Viajante passar por duas famílias em cada semana. À sexta sai para uma família e regressa na segunda à sala e nesse dia segue para outra família e volta na sexta. Também poderá ser feito a passagem da mala todos os dias mas para isso os pais teriam de conseguir ler o livro, em casa, ao fim da tarde num só dia.​ A Mala poderá ser adquirida numa papelaria (aquelas malas de plástico com uma asa) e pode ser decorada com colagens ou pinturas, antes de ser levada pela primeira vez.

Como opção, poderá, ainda, ser colocado um caderno de folhas brancas (que acompanhe o livro) e pedir aos pais que no final de lerem a história escolham uma passagem que mais gostaram ou que façam um comentário escrito sobre a mensagem da história numa página, decorando-a à volta com cores ou colagens, com a ajuda do seu filho ou filha. Cada família usaria uma das páginas do caderno e, no final, este pequeno livro feito pelo grupo de todos os pai ficaria na escola como recordação. No final, a capa do caderno poderá ser também decorada na sala. Seria também o final da atividade e o momento de expor o caderno para todos os pais que o quiserem.